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    A Fundação Assis Chateaubriand e a artista plástica e arte-educadora Véra Oliveira convidam para a abertura da Exposição As Flores Florirão da Mesma Maneira.

    Ao falar de suas obras, Véra Oliveira descreve o prazer puro e profundo que experimenta ao criar.
    Suas flores e paisagens são memórias que mesclam a doçura de um passado à energia do presente.

    Mesmo ao pintar uma árvore do Cerrado brasiliense, ela parece inserir-se em uma visão onírica. Se na arte, Véra escapa para um mundo de sonhos, fica claro que não abandona nem foge do mundo real, mas como disse Wendy Beckett ao falar de Alfred Sisley: “O artista parece sonhar por meio das tintas.”

    O título da exposição é um verso de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, dos Poemas Inconjuntos.
    Expo Chatô

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    setembro 29th, 2014VeraMeu ateliê, Mosaico, Véra Oliveira

    Céu de brigadeiro… Muito azul….e muito calor….difícil andar pelo SIA neste sol, mas depois de 5 grandes lojas encontramos o que procurávamos.

    Ó o carro carregado e o grupo pronto para partir!

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    Odilon, Christian e Fernanda (e eu atrás da máquina).

    Pedras, azulejos e demais materiais adquiridos, design pronto, parede preparada para receber o mosaico. Antes de voltar à casa, uma passadinha no Gula Capital para recarregar as baterias. Hummm, que refeição!

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    No quadro de anotações do Gula Capital.

    Neste momento pensamos em fazer uma reunião para chamar os mosaicistas e mosaístas: uma oportunidade para conhecer os mestres muralistas. Marcamos: dia 11 de setembro, quinta-feira, logo após a aula de Mosaico Avançado.

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    Angela Marques, Nilda Lopes, Gisa Zanon, Fernanda Jaton, Maria Clélia, Laurence Cunha e Regina Batista.

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    E Geraldo Secunho e Apolônio Camelo.

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    Véra Oliveira, Fernanda Jaton, Cida Carvalho e Christian Gibaut.

    Foi um encontro agradável em que Odilon e eu recebemos artistas de Brasília e de outros estados que desejavam conversar um pouco com os professores convidados.

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    agosto 26th, 2014VeraMinha Galeria, Mosaico, Pintura, Véra Oliveira

     

    ENTRE TINTAS E PEDRAS… Esta exposição tem como objetivo primeiro apresentar diversas linguagens artísticas. Mas porque? A resposta torna-se menos imediata. Faz pensar na angústia que move o operário da arte… faz pensar na vontade de falar de si e quem sabe, comunicar-se com o outro. E assim, entre tintas e pedras, esta artista experimenta materiais e linguagens,busca técnicas e usufrui de sensações e reações que realimentam seu processo criativo.

     

     

    “VÉRA OLIVEIRA, gaúcha de São Leopoldo, RS, é artista e arte-educadora, tendo iniciado suas primeiras buscas por uma linguagem plástica em 1972. Atualmente com renomado ateliê-escola em Brasília, destaca-se através de uma obra de

    repercussão não apenas local mas também nacional. Sua diversificada produção, que inclui mosaicos, pintura, desenho e paper art demonstra grande criatividade e perfeito domínio das técnicas, acompanhados de uma profunda reflexão sobre arte – reflexão esta que se enraíza em seus muitos anos de pesquisa e de estudos, incluindo uma pós-graduação em Educação Artística Aplicada.

    A presente exposição traz um conjunto bastante significativo da bela obra de Véra Oliveira permitindo aos visitantes um rico diálogo visual com esta artista de qualidades múltiplas que sabe expressar não apenas virtuosidade mas também

    um pensamento consistente e original, que é o que dá densidade ao verdadeiro trabalho artístico.”

    Carmen Lícia Palazzo.

    Hartford, 10 de julho de 2014

    EMKT

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    No convívio com minha mãe e sua habilidade incrível em transformar e embelezar tudo que tocava, meu olhar foi literalmente despertado para apreciar o belo e identificar possibilidades em qualquer material.

    as criaçoes de Vera5
    Nessa trajetória, buscava aprender tudo que me era possível. E compartilhava o que aprendia de maneira informal.

    – Verinha, tu me ensinas?..Eu ensinava e assim foi durante alguns anos até que uma moça de nome Beloni pediu que eu lhe desse aulas de modelagem em resina epóxi. Recusei pois meu bebê exigia bastante atenção. Ela ponderou, pediu e, por fim convenceu-me. Combinamos 4 aulas. Saiu feliz de minha casa e foi contar para sua irmã que também conhecia minhas pinturas. Beatriz Duarte, a irmã, procurou-me para ensinar-lhe pintura. Ela mesma montou uma turma e 4 dias depois começava a atividade do Ateliê Véra Oliveira na área de ensino de técnicas artísticas.

    Assim tudo começou…

    E atualmente o Ateliê Véra Oliveira oferece cursos de aquarela, desenho, pintura, mosaico, iris folding, teoria da cor, composição.
    As aulas são de terça a sexta-feira, sempre com duas horas e meia de duração, nos períodos matutino, vespertino e noturno, de 9 às 11h30, de 14 às 16h30 e de 19 às 21h30.

     

    Informações: 3273-1326 e 8141-8570 e https://www.facebook.com/AtelieVeraOliveira

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    janeiro 16th, 2013VeraMinhas viagens, Véra Oliveira

    Tamandaré, município do Litoral Sul do estado de Pernambuco, dista 104 km da capital Recife.


    Mas é muito próxima de Maragogi, Alagoas, onde nos hospedamos.
    De acordo com registros históricos, a localidade de Tamandaré existe desde o século XVII, quando no mesmo período foi construído o Forte de Santo Inácio.

    A chegada à Tamandaré é linda. A estrada é cercada pela vegetação da Mata Atlântica!

    Fomos visitá-la para conhecer o Forte e surgiu a curiosidade : E o Almirante Tamandaré? Ele era gaúcho, não viveu aqui (em Tamandaré) e faleceu no Rio de Janeiro. Qual a ligação? Bem, vamos pesquisar
    A palavra Tamandaré é de origem indígena, do vocábulo tupi “tab-moi-inda-ré”, que significa o repovoador.
    Originalmente, Tamandaré não era mais do que uma praia selvagem, quando fazia parte das terras de Una e Rio Formoso, herdadas pelo coronel João Pais Barreto IV, na segunda metade do século XVI.

    Ao contrário do que se pensa, foi o município que deu nome ao título do Barão de Tamandaré.

    Em 1859, acompanhando o Imperador D. Pedro II em viagem ao nordeste do Brasil, de passagem por Pernambuco, Joaquim Marques Lisboa pediu ao imperador que permitisse recolher os despojos de um seu irmão enterrado no cemitério daquela localidade : Manuel Marques Lisboa Pitanga, morto na Confederação do Equador, em 1824, que fora sepultado no cemitério do pequeno porto de Tamandaré.
    O Imperador ficou comovido com o gesto.
    Joaquim Marques Lisboa, o Almirante Tamandaré (Rio Grande, 13 de dezembro de 1807 — Rio de Janeiro, 20 de março de 1897), participou nas lutas das muitas guerras que marcaram a Independência e o período das Regências.

    Lutou também na Guerra contra Oribe e Rosas e na Guerra do Paraguai, comandou as forças navais em operação na bacia do Rio da Prata.
    Na carreira militar, atingiu o posto de almirante.
    Pelos elevados serviços prestados ao Império, foi agraciado com os títulos de barão, visconde com grandeza, conde e Marquês de Tamandaré. D. Pedro II escolheu o nome Tamandaré em honra da praia pernambucana onde esteve de passagem com o futuro Almirante, que pedira para recolher os despojos do irmão.
    O Marquês de Tamandaré, herói nacional, é o patrono da Marinha de Guerra do Brasil. O dia de seu nascimento, 13 de dezembro, é lembrado como o Dia do Marinheiro.

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