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    O Santuário do Sagrado Coração de Jesus (ou como é conhecido: Padre Reus) foi construído entre os anos de 1958 e 1968, nas imediações do cemitério particular dos Jesuítas, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul.

    O Santuário possui na sua fachada o monumental Painel Apocalíptico, com 14 metros de altura e 185 m², todo montado com pastilhas de vidro pelo artista plástico Danúbio Gonçalves.

    Descendo para a cripta, encontramos um tesouro magnífico: a Via Sacra em mosaico. É belíssima e emocionante…
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    Mural da fachada do Santuário.

     

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    Detalhe do mural: área central à esquerda, aos pés do Cristo.

    Conhecia o Mosaico Mural há muito, mas soube da Via Sacra quando já não morava em São Leo.

    Em nossa recente visita, conduzidos por nosso amigo Ademir de Cézaro, fomos visitar o Santuário e suas obras de arte.

    Chegando lá, perguntei sobre os mosaicos, esperando conhecer as impressões das pessoas que visitam ou trabalham naquele belíssimo lugar.

    Imaginem minha surpresa: – Mosaicos? não, não conheço!

    O Odilon começou a percorrer as escadas enquanto Ademir e eu perguntávamos (então) sobre a Via Sacra.

    Informaram-nos como chegar à cripta e ouvimos o Odilon que já descobrira: os mosaicos estão aqui!

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    São belíssimos! emocionantes… de tirar o fôlego!

    Para conhecer um pouco mais sobre Danúbio Gonçalves:

    http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2012/06/documentario-destaca-regionalismo-e-engajamento-social-na-obra-de-danubio-goncalves-3785135.html

    http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_verbete=1494&cd_item=18&cd_idioma=28555

     

     

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    January 17th, 2013VeraArquitetura, Minhas viagens

    Do Forte Santo Inácio, seguimos para a praia.

    Seguindo a rua à beira-mar, encontramos estes prédios antigos.

     

    Amo praia e casario antigo, e Tamandaré me proporcionou os dois.

    E de bônus, um peixe maravilhoso no Jaílson da Buchada!

     

    Próximo capítulo: Praia dos Caneiros.

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    January 16th, 2013VeraMinhas viagens, Véra Oliveira

    Tamandaré, município do Litoral Sul do estado de Pernambuco, dista 104 km da capital Recife.


    Mas é muito próxima de Maragogi, Alagoas, onde nos hospedamos.
    De acordo com registros históricos, a localidade de Tamandaré existe desde o século XVII, quando no mesmo período foi construído o Forte de Santo Inácio.

    A chegada à Tamandaré é linda. A estrada é cercada pela vegetação da Mata Atlântica!

    Fomos visitá-la para conhecer o Forte e surgiu a curiosidade : E o Almirante Tamandaré? Ele era gaúcho, não viveu aqui (em Tamandaré) e faleceu no Rio de Janeiro. Qual a ligação? Bem, vamos pesquisar
    A palavra Tamandaré é de origem indígena, do vocábulo tupi “tab-moi-inda-ré”, que significa o repovoador.
    Originalmente, Tamandaré não era mais do que uma praia selvagem, quando fazia parte das terras de Una e Rio Formoso, herdadas pelo coronel João Pais Barreto IV, na segunda metade do século XVI.

    Ao contrário do que se pensa, foi o município que deu nome ao título do Barão de Tamandaré.

    Em 1859, acompanhando o Imperador D. Pedro II em viagem ao nordeste do Brasil, de passagem por Pernambuco, Joaquim Marques Lisboa pediu ao imperador que permitisse recolher os despojos de um seu irmão enterrado no cemitério daquela localidade : Manuel Marques Lisboa Pitanga, morto na Confederação do Equador, em 1824, que fora sepultado no cemitério do pequeno porto de Tamandaré.
    O Imperador ficou comovido com o gesto.
    Joaquim Marques Lisboa, o Almirante Tamandaré (Rio Grande, 13 de dezembro de 1807 — Rio de Janeiro, 20 de março de 1897), participou nas lutas das muitas guerras que marcaram a Independência e o período das Regências.

    Lutou também na Guerra contra Oribe e Rosas e na Guerra do Paraguai, comandou as forças navais em operação na bacia do Rio da Prata.
    Na carreira militar, atingiu o posto de almirante.
    Pelos elevados serviços prestados ao Império, foi agraciado com os títulos de barão, visconde com grandeza, conde e Marquês de Tamandaré. D. Pedro II escolheu o nome Tamandaré em honra da praia pernambucana onde esteve de passagem com o futuro Almirante, que pedira para recolher os despojos do irmão.
    O Marquês de Tamandaré, herói nacional, é o patrono da Marinha de Guerra do Brasil. O dia de seu nascimento, 13 de dezembro, é lembrado como o Dia do Marinheiro.