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    Ouço, com frequência, observações sobre a criatividade.

    Comentários sobre ter ou não criatividade.

    Creio que o  primeiro passo é desejá-la; o segundo: trabalhar por ela.

    Lembremos Munari e suas variações sobre o rosto humano.

     

     

     

     

     

     

     

    E houveram mutíssimos exercícios mais… centenas!

    -Ah, eu não tenho criatividade!

    Costumo responder que faltam exercícios e experimentação.

    E experimentação quer dizer estudar possibilidades em uma mesma técnica ou tema repetindo e observando resultados a cada dado que é alterado.

    Eis aqui algumas aquarelas de Carmen Lícia Palazzo, que com seu jeito lúdico de experimentar, demonstra uma criatividade sem fim.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    C. Lícia. Aquarela, colagem e impressão, Washington, 2002.

     

     

     

     

     

     

    C. Lícia. Aquarela e colagem, 2007.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    C. Lícia. Aquarela e colagem, 2006.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    C. Lícia. Aquarela e colagem, 2006.

     

     

     

     

     

     

     

    C. Lícia. Aquarela e colagem, 2006.

    Estas aquarelas foram feitas combinando diversos efeitos: tempo de secagem, pontos de absorção, clara de ovo, colagem, stencyl…

     

     

     

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    Creio que meu primeiro projeto de artes foi a coleta de reportagens e fotografias de uma coleção de revistas “O Cruzeiro”.

    Revista “O Cruzeiro”, 1951.

    Perguntaram se queria verificar se havia algo de meu interesse, pois a coleção estava bastante danificada.

    Adorei garimpar naquelas páginas e um dos assuntos que me chamou a atenção sobremaneira, foi a arte. Eram publicadas adaptações de romances brasileiros ilustradas por Portinari. Não imaginava, aos 11 anos de idade, que estava criando uma hemeroteca.

    Revista “O Cruzeiro”, 1956.

    Organizá-la sempre foi uma alegria. Com algum tempo, comecei a reconhecer escolas, artistas e técnicas. E da simples coleta, passei a reunir por temas e épocas o acervo.

    Revista “O Cruzeiro”, 1956.

    Lentamente, incluí pequenos textos e resenhas de artigos que percebi necessários.
    Mais tarde, já com meu ateliê montado, tornou-se claro que a cada experimento concretizado, redigir um relatório dava significado ao processo. O registro do conhecimento adquirido possibilita disseminar de forma organizada a informação.

    Digamos que fizesse modelagem em resina; anotava materiais, quantidades, suportes, ferramentas, resultado alcançado. Ao terminar, essas anotações tornavam-se o cerne de uma apostila utilizada para lecionar.
    Objetivo, uma introdução resumida, materiais, técnica aplicada, resultados obtidos, conclusão e, quando dispomos, bibliografia, são os tópicos abordados em tais relatórios.
    Já apresentei alguns desses relatos como O Rejuntamento, A Tela e Reciclando papel.
    Os originais são manuscritos, mas aos poucos trarei para o blog o fruto de pesquisas mais diretamente ligadas à prática de ateliê.
    A mesma alegria que experimentamos ao construir a hemeroteca, voltei a sentir quando criei o Diretório de Arte, onde apresentamos artigos para pesquisa e Dicas de Sites para aprofundamento e reflexão.

    Véra Oliveira, em 02 de março de 2009.

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    O objetivo da oficina Reciclando Papel foi confeccionar, a partir de papéis descartados, um material artesanal com possibilidades em termos expressivos.

    Foi a oportunidade de conhecer melhor esse maravilhoso suporte, de cuja invenção China e Egito disputam o crédito.  É obtido a partir de fibras vegetais trituradas e maceradas em água, e secas em moldes ou prensadas. Read the rest of this entry »

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    Os pintores, em sua grande maioria, elegem como suporte predileto a tela, tecido resistente de cânhamo, linho ou algodão.

    Véra Oliveira. Reflexos. OST.

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